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20/02/2015 às 15h36min - Atualizada em 20/02/2015 às 15h36min
Papa Francisco e Décio Fernandes de Vasconcellos
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Papa Francisco, Carnaval, Décio Vasconcellos,um emprésário de vanguarda, ConcílioVaticano II , Campanha da Fraternidade , Tomie Othake e Nat King Cole
 
Terminado mais um tríduo momístico, no jargão consagrado há mais de  dois séculos, temos como resultado as mesmices de sempre. Muito a limpar e à reconstruir, agora também muita imaginação, tirocínio , capacidade e boa vontade para prosseguir na árdua  missão de fazer com que o nosso país seja verdadeiramente uma nação.

No plano público e administrativo tudo é uma grande insegurança como nunca vimos. Tudo o que nos representava no passado mostra-se vulnerável. Vivemos um triste momento de infedelidade generalizada.
Cada vez que o homem se afasta do convívio com seus semelhantes, ele  se fragiliza. Por natureza nasceu para o encontro, para o intercâmbio de idéias, para a comunhão e para a alegria.

Não é o encontro dos irresponsáveis da Vila Madalena, em São Paulo, durante o Carnaval, bairro construido pelo trabalho e dedicação de muitos imigrantes e migrantes, por cidadãos  nascidos nesta metrópole e no exterior. Irresponsável é o admnistrador público que autoriza e faz afixar faixas nas ruas da região, proclamando, como fazia Felipe II da Espanha, com suas ridículas filipetas, que o Carnaval estava marcado para a anarquia de 24 de janeiro até o dia 17 de fevereiro, decretando um novo período para o Carnaval, estimulando a balbúrdia e promovendo o caos. A quem interessa esse descalabro, não se trata de um projeto novo, o Carnaval por si só já é um projeto popular, tal situação só interessa mesmo aos fabricantes de cerveja e outros quejandos... Os comerciante, os estabelecimentos comerciais também não se interessam pelo o que  acontece em detrimento dos munícipes que cumprem com os seus deveres e tem em troca esse lamentavel esbulho." Estão transformando nossas casas em uma enorme cloaca", desabafa um morador que não quer se identificar. O Carnaval não foi feito para anestesiar os sérios problemas que certamente interferirão no nosso dia-a-dia neste ano de 2015. Ficarão para sempre as melodias e as letras, como Máscara Negra de Zé Keti, em 1966. Oh quanto risos, Oh quanta alegria, mais de mil palhaços no salão...

Papa Francisco
 
Recebi estas fotos do amigo e jornalista Wenceslau Soligo, fundador do Rotay-Itaim em 4 de outubro de 1967, com quem mantenho constante diágolo sobre nossos maravilhosos países, Brasil e Itália. Vemos nestas fotos exclusivas, em um espaço da área do menor estado do mundo, ao lado de seus funcionários, em uma mesa comum, Francisco almoçando,fazendo realmente acontecer em plenitude o teor do maior documento da Igreja, Concílio do Vaticano II, iniciado pelo Papa João XXIII em 10 de outubro de 1962  e proclamado por Paulo VI em 7 de dezembro de 1965
 
 
 
Empresário e Rotariano Décio Fernandes de Vasconcellos

Tal atitude remete à lembrança que tenho, como profissional da comunicação de um empresário paulista, nascido em Santos, Décio Fernandes de Vasconcellos, um gênio na direção de sua fábrica de artefatos ópticos e de precisão, em Indianópolis, bairro da zona sul de São Paulo, agora sediada em Minas Gerais. Pois bem, fundou e dirigiu a empresa sempre com capacidade e aprimorada tecnologia  e, digamos assim, com o Evangelho nas mãos. Sempre soube disso e também pela atuação de sua esposa, Dona Helena que foi Presidente da Associação de Famílias de Rotarianos de São Paulo, sim porque Décio foi associado do Rotary Club de São Paulo, presidente em 1966-67 e Governador do Distrito 461 em 1976-77. Foi presidente do Conselho Superior da Fundação de Rotarianos de São Paulo. Fiz a foto e a matéria quando foi nomeado Presidente Emérito da Entidade. Um homem ímpar, produtivo e amigo de seus funcionários que realizava essa ação de reunir-se com seus funcionários e operários da fábrica periodicamente, muitas vezes não era muito bem entendido naqueles velhos tempos, década de 60.
Agora um testemunho, recentemente fui fazer uma avaliação para fisioterapia no meu dedo indicador da mão direita fraturado, por indicação  de um médico ortopedista, José Luiz Arroyo, formado em Ribeiro Preto, clinicando em São Paulo, que estudou utilizando instrumentos da D.F.Vasconcellos e mais notável ainda, ao ser  atendido pelo profissional que faria o tratamento, soube que era uma criança desamparada que fora adotada, já com 6 anos, entre outras, pelo casal Helena e Décio, que cuidou e transformou essa criança carente em um profissional que construiu a sua família e contribue para a sociedade e a Pátria. "Jamais o esquecerei", disse Cristiano Bastos, do Instituto de Ortopedia Osmar de Oliveira.
Décio em sua Governadoria fez uma homenagem às publicações rotárias,  naquela  epoca  a revista brasileira em evidência era editada em São Paulo. Comemorava 25 anos, por isso fez acontecer esse momento de reconhecimento em sua Conferência Distrital realizada em Poços de Caldas. Fui encarregado da apresentação dessa história, também jamais o esquecerei.

Concílio Vaticano 
 
Esteve congelado por muitas décadas, agora surge forte atavés das palavras e atutudes do Papa Francisco.Como vemos pelo relato, o Rotary, através de seus membros, como Décio Fernandes de Vasconcellos, já cumpria o que preconiza este importante documento da Igreja Católica.

Campanha da Fraternidade

Vivemos tempos de meditação e reflexão, nossas convivcões religiosas oferecem essa oportunidade. O lema da Campanha da Fraternidade

''Vim para servir",  deste ano de 2015, mostra a relação entre a Igreja a e sociedade para aprofundar o diálogo e a colaboração e aprimoramento entre ela e a comunidade. Assim, pede a CNBB

O Papa Francisco afirma, devemos servir, mas servir a quem ? Servir aos mais necessitados, não só os de pão, mas de saúde, de futuro e de fé. Servir os excluidos da sociedade, os  que ninguém emprega e cuida. Caridade, alimento, segundo os paradigmas da Igreja, como diz Francisco "Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada, por sair pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento, agarrada às próprias seguranças"
Faz muito que pedimos uma Igreja menos indumentada,  menos Mitra, menos estética, refém de seus funcionários remunerados a uma Igreja preconizada pelo Suave Nazareno. Difícil de se conseguir, ou seja verdadeiramente "Amai-vos uns aos outros"
 
Tomie Othake
 
Desaparece, em pleno vigor intelectual esta criatura  que viveu à frente de seu tempo. Nascida no Japão, construiu no Brasil, sua segunda pátria, uma intensa vida familiar, social e artística. Sua estética na pintura e na escultura ficará para sempre. Em seu atelier, em Campo Belo e no Instituto que leva seu nome, em Pinheiros, na cidade de São Paulo e ao lado dos filhos, os arquitetos Ruy e o  produtor cultural Ricardo e dois netos, reuniu geometria e cor, movimento e placidez, viveu gloriosamente por mais de 100 anos. Lutou para continuar na lida, com enorme  identidade cultural, síntese paulista e fundamental para a cultura brasileira, segundo o seu médico, por mais de 30 anos, o rotariano Nadir Zacarias, com brilhante participação,   em nosso programa, na Rádio Trianon,para falar sobre ela, em uma  frase resumiu:  "Tomie foi a reunião de todas as qualidades do ser humano".

Resumindo, esta matéria, através do Concílio do Vaticano II,  procura  apresentar aos homens de nosso tempo, a verdade de Deus de tal forma que eles possam compreender e a ela assentir, pois somos Pastores.

Rotary "é o grande nivelador de classes sociais, destruidor de hipocresias, inimigo da falsidade, amante das coisas genuínas e aliado da verdade e da integridade, assim falou o fundador Paul Harris, em 1917, na Convevnção de Atlanta, Georgia, EUA.

Os rotarianos do futuro farão muito mais do que eu fiz, disse Paul Harris

Tomei Othake deve ter pensado e ensinado para muitas pessoas que um indivíduo que não presta serviços à comunidade, não tem direito de considerar-se um cidadão completo, mas afirmou que "só sei que fico feliz pintando e nunca pensei estaria viva aos cem anos"
 
 
Para que este texto seja um pouco melodioso relato o que vi, noite passada na TV, quando estava assistindo o jornal da noite, mais de meia-noite e sonolento, fui amplamente despertado ao ouvir a voz de Nat King Cole. A coluna do talentoso Nelson Mota, começava um retrospecto da vida deste insuperável cantor, na minha modesta opinião, o mais importante de todos os tempos. Alguns dos seus sucessos foram apresentados e um relato de sua vida. Cole nasceu em 17 de março de 1919 faleceu  em 15 de fevereiro de 1965, ouvindo ainda, Monalisa, Fly me to the moon, Christmas song,  Blue gardenia, Aquelles Ojos Verde e Unforgettable, gravado no ápice de sua carreira e depois em dueto com sua filha Natalie, o primeiro disco produzido com as vozes sobrepostas, colossal e inesquecível !
 
Até esqueci naquela noite, as notícias dos maus tratos de um bando de pulhas à Vila Madalena, dos descalabros plantados por marginais de gravatas na Petrobrás, o noticiário sanfona, prisões, delação premiada, legislação repleta de causuísmos, o arrepio da lei e a incerteza de um final favorável ao povo e à nação.
 
Ao embalo das melodias desliguei a TV e fui dormir, lembrando de figuras altaneiras como Tomie Othake, Décio Fernandes de Vasconcellos, Papa Francisco e muitas outras personalidades já devidamente reconhecidas neste Portal, à disposição de todos os leitores. Navegue e comprove tudo isso, agora mesmo. Somente faltou mesmo sonhar com a Jurema. Grato pela atenção. 



Fonte: Sérgio de Castro
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