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15/01/2014 às 11h07min - Atualizada em 15/01/2014 às 11h07min
Deus não é católico
O Papa Francisco reuniu ontem, 13 de janeiro, no Vaticano, o corpo diplomático credenciado. Trata-se de encontro tradicional e previsível realizado anualmente.

Não foi prevísivel entretanto seu pronunciamento, desafiador e contudente, dentro da linha que adota desde a sua investidura.

É animador o dirigente mundial do mundo católico fazer acontecer o verdadeiro sentido do Concílio Vaticano II, o maior documento da Igreja Católica, em todos os tempos que o Papa João XXIII preconizou e que a estrutura da Igreja insistiu em congelar, uma enorme perda de tempo de mais de 50 anos, contrariando tudo o que ele estabelece.

Ao longo deste período ouvi e senti que várias setores eclesiásticos e mesmo muitos leigos preferiram congelar o que realmente tem de revolucionário.

A verdadeira celebração dos 40 anos do Concílio, em São Paulo, jornada de 3 dias que participei, em seu  próprio anunciado, já ploclamava exatamente isso e mais ainda ouvia-se dos presbíteros, "lemos e não gostamos", "vamos deixar para o futuro".

Tudo indica que graças ao Papa Francisco esse futuro chegou.

Foi ainda também desafiador e absolutamente coerente,  nesta reunião,  a sua afirmação que "muitos dos seus antecessores deixaram-se empolgar e foram reféns da elite intelectual vaticanista e da Cúria Romana" que agora está sendo colocada em um lugar mais adequado e coerente com os tempos em que vivemos. 

Esperamos que o Papa Francisco continue a sua boa  caminhada e que os novos tempos da Igreja Católica Apostólica Romana tenha menos Mitra, edumentária mais simples, menos pomposa, luxuosa e encontre o verdadeiro caminho da coerência, da paz e da fraternidade anunciada pelo Suave Nazareno

 



Fonte: Sérgio de Castro
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Comentários
    Postado por: Marcos R. dos Santos
    mrsantos@grupo1.com.br
    31/01/2014 - 16:59:55
    Comentário: Sergio de Castro, não leio quase nada sobre o pontifício, por entender que o mundo fala muito bem dele, então acabo ouvindo e me dou por satisfeito, acreditando ser o papa ideal para começar a mudar o mundo. Lendo seu artigo, me veio a impressão de conhece-lo ainda mais, tamanha a facilidade com que você consegue transmitir a importância desse senhor, alegre, sincero, e certo do que quer.
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